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Pelo menos 26 crianças morrem em incêndio em uma escola no Níger

  

Foto: NigerTZai/Wikimedia


 Pelo menos 26 crianças com entre cinco e seis anos morreram em um incêndio em uma escola em Maradi, no sul do Níger, nesta segunda-feira (8), sete meses depois de um drama similar que deixou 20 mortos.


"No momento são 26 mortos e 13 feridos, quatro deles graves", disse à AFP o governador da região, Chaibou Aboubacar, acrescentando que são alunos do primeiro ano do ensino fundamental, "com entre cinco e seis anos".


"Não sabemos a origem do incêndio, uma investigação está sendo realizada para determiná-lo", acrescentou, anunciando um "período de luto de três dias na região de Maradi" a partir de terça-feira (9).


O incêndio começou nas salas de aula de palha e madeira, conhecidas como cabanas.


Em abril, 20 alunos com entre três e cinco anos morreram queimados em um incêndio em uma sala de aula semelhante em um bairro de classe trabalhadora de Niamey.


"Este trágico acontecimento enlutou novamente o povo do Níger, em geral, e a comunidade escolar do Níger, em particular", disse o governo do país africano em uma nota emitida nesta segunda-feira pela noite. 


Por isso, a administração decidiu "proibir formalmente o uso de cabanas como centros de educação em todo o país".


No Níger, um dos países mais pobres do mundo, para remediar a falta de salas de aula, as autoridades estão construindo milhares de barracões de palha e madeira onde as crianças têm aulas, às vezes sentadas no chão.


Incêndios nessas salas de aula precárias e altamente inflamáveis são relativamente comuns, mas raramente causam vítimas.


Fonte: AFP

Ex-presidente do Afeganistão se refugia nos Emirados Árabes Unidos

   

Foto: Reprodução


 SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) — O ex-presidente afegão Ashraf Ghani, que abandonou o posto após a chegada do grupo fundamentalista islâmico Taleban a Cabul, capital do Afeganistão, está nos Emirados Árabes Unidos.


A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores e Cooperação Internacional dos Emirados Árabes Unidos. Segundo a pasta, a família de Ghani também se encontra no país.


O Taleban chegou, sem resistência, a Cabul no último domingo (15), em meio a um avanço para a retomada do poder afegão. O grupo governou o Afeganistão entre 1996 e 2001, quando transformou o país em uma teocracia islâmica. No mesmo dia em que o grupo chegou a Cabul, Ashraf Ghani deixou o Afeganistão.


Antes de os Emirados Árabes Unidos confirmarem ter recebido o ex-presidente, a agência de notícias Reuters havia dito que ele havia se refugiado no Tajiquistão, o que foi negado pelo país. A saída de Ghani possibilitou ao Talibã a oportunidade de, com ainda mais facilidade, ocupar a sede do Palácio Presidencial. Segundo um correspondente local da emissora catari Al Jazeera, havia pelo menos três funcionários do governo durante a "entrega" do palácio.


A chegada do grupo a Cabul deflagrou uma corrida por parte de embaixadas dos mais diversos países para retirar diplomatas do Afeganistão. Dias antes, o grupo havia dito que enviados estrangeiros não seriam "tocados". O medo de uma volta de um regime teocrático rígido fez com que civis corressem para o aeroporto de Cabul em busca de sair do Afeganistão, o que provocou tumultos e levou a mortes. Ontem, voos chegaram a ser suspensos, mas retomados horas depois.


Em Cabul, afegãos tentam, ainda que sob medo, retomar a vida cotidiana. Nas ruas, agora controladas por militantes armados, homens estão optando por trocar as roupas ocidentais por vestimentas tradicionais islâmicas.


Mas são as afegãs as principais afetadas pela chegada do grupo a Cabul: poucas são vistas nas ruas, as TVs locais não estão transmitindo programas com apresentadoras e vitrines de lojas com imagens de mulheres sem véu e com maquiagem no rosto estão sendo apagadas.


Hoje, em Jalalabad, cidade próxima da fronteira com o Paquistão, afegãos se reuniram para protestar contra o Taleban, mas foram reprimidos pelo grupo fundamentalista islâmico.


Disparos foram feitos e manifestantes foram espancados por talebans em Jalalabad, segundo o jornal americano The New York Times. Citando testemunhas, a Reuters reportou que três pessoas morreram durante o ato na cidade.


Fonte: Folhapress

Indiano morre e deixa 39 viúvas

 

Foto: Richard Grange / Barcroft India / Divulgação


 Um polígamo e líder de uma seita, que tinha 39 esposas e pelo menos 127 filhos e netos, morreu aos 76 anos no nordeste da Índia, disseram as autoridades.

 

Zionnghaka Chana, que vivia no isolado estado de Mizoram como patriarca de uma das maiores famílias do mundo, sofria de diabetes e hipertensão e faleceu no domingo em um hospital. 

 

O ministro de Mizoram, Zoramthanga, tuitou no domingo à noite que o estado se despedia de Chana com "o coração pesado".


"Mizoram e seu vilarejo em Baktawng Tlangnuam se tornaram uma grande atração turística do estado, graças a esta família", acrescentou Zoramthanga.

 

A seita foi fundada pelo avô de Chana na década de 1930 e tem cerca de 1.700 membros, incluindo quatro gerações da família Chana, vários dos quais trabalham com marcenaria ou cerâmica.

 

Sua filosofia é baseada nos princípios cristãos, apesar do fato de que os líderes da Igreja Presbiteriana, a principal fé no estado, rejeitam a poligamia de Chana.

 

Casou-se pela primeira vez aos 17 anos, segundo a imprensa local.


Fonte: AFP

Dois tornados deixam ao menos 12 mortos na China; maioria das vítimas é em Wuhan

   

Foto: AFP


 Dois violentos tornados provocaram a morte de pelo menos 12 pessoas e feriram mais de 400 enquanto passavam pelo centro e leste da China, informaram autoridades locais neste sábado (15).


Ventos violentos atingiram, na sexta-feira à noite, a cidade de Wuhan, localizada no centro do país e conhecida por ser o local onde foram registrados os primeiros casos do novo coronavírus no final de 2019.


Oito pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas, segundo as autoridades da província de Hubei, cuja capital é Wuhan. 


As rajadas de vento atingiram 260 km/h, causando estragos significativos - carros foram destruídos, árvores arrancadas e instalações elétricas e residências foram danificadas.


Trinta casas foram completamente destruídas, de acordo com as autoridades.


A cidade de Suzhu, perto de Xangai, também foi atingida na noite de sexta-feira por um poderoso tornado com ventos de mais de 200 km/h, segundo autoridades locais, que estabeleceram um balanço de quatro mortos e um desaparecido, além de 130 feridos. 


No início de maio, uma violenta tempestade, acompanhada de fortes ventos, matou 11 pessoas em uma cidade perto de Xangai. 


Fonte: AFP

Ao menos 25 mortos e 52 feridos em explosão perto de escola afegã

   

Foto: Reprodução/Twitter

Uma explosão em frente a uma escola na capital afegã matou, neste sábado (8), pelo menos 25 pessoas e feriu 52, incluindo estudantes, informou o ministério do Interior.


"Infelizmente, 25 mártires e 52 feridos foram levados para hospitais", explicou o porta-voz do ministério, Tareq Arian, explicando que o número de vítimas "ainda pode aumentar".


A explosão ocorreu no distrito de Dasht-e-Barchi, na zona oeste de Cabul, no momento em que os moradores faziam compras antes do feriado do Eid al-Fitr na próxima semana, que marca o fim do mês sagrado do Ramadã.


O bairro é habitado principalmente por xiitas hazaras e já foi alvo de ataques por extremistas islâmicos sunitas.


Uma investigação por "ataque terrorista" foi aberta, disse o porta-voz adjunto do ministério do Interior, Hamid Roshan, à AFP.


Já o porta-voz do ministério da Saúde, Dastagir Nazari, informou que várias ambulâncias foram enviadas ao local e os feridos estavam sendo evacuados. 


"Algumas pessoas enfurecidas atacaram vários socorristas", disse ele.


Na sexta-feira, os Estados Unidos e os europeus pediram uma retomada "imediata" e "sem pré-condições" das negociações de paz no Afeganistão, acusando o Talibã de infligir violência durante a retirada das forças estrangeiras e de bloquear o processo de paz.


Fonte: AFP

Incêndio gigantesco destrói fábrica histórica de São Petersburgo, na Rússia

    

Foto: Olga Maltseva/AFP

Um incêndio gigantesco devastou, nesta segunda-feira (12), uma fábrica histórica em São Petersburgo, com enormes chamas e colunas de fumaça subindo do icônico edifício na antiga capital imperial russa.


Ainda não há informações sobre a origem do incêndio, que os bombeiros continuam a combater e que afetou mais de 10.000 m² da "Fábrica Nevski", um grande complexo em tijolos vermelhos, parte do qual ainda é usado para fins industriais.


Construída por um industrial inglês no século XIX, esta planta foi, por muito tempo, uma das grandes fábricas têxteis da Rússia e da URSS.


Fontank.ru, um site local de notícias, divulgou imagens impressionantes gravadas por um drone que sobrevoou a instalação, mostrando várias partes do local totalmente devastadas pelo fogo. As chamas eram visíveis desde o centro histórico da cidade.


Uma parte do complexo - presente na lista dos monumentos históricos da região - continua dedicada a esta atividade, enquanto o restante está abandonado, ou alugado para lojas comerciais.


Um bombeiro que participava das operações morreu, e outros dois ficaram feridos, informou o Ministério de Situações de Emergência à AFP.


De acordo com os serviços de resgate, a condição dos feridos, que foram hospitalizados, é grave. Segundo o Ministério de Situações de Emergência, entre 40% e 50% de seus corpos sofreram queimaduras.


O incêndio fez o telhado de parte dos prédios desabar e devorou algumas árvores próximas aos prédios, observaram jornalistas da AFP. Cerca de 350 bombeiros participam das operações.


O ministério russo disse que 40 pessoas foram evacuadas da fábrica, localizada a sudeste de São Petersburgo. O comitê de investigação abriu uma investigação por homicídio culposo. 


De acordo com a agência pública de notícias TASS, em fevereiro, foram realizadas fiscalizações nas instalações, que trouxeram à tona inúmeras violações, como a ausência de sistemas de alarme, ou de extinção automática de incêndios.


"Foram constatadas violações bastante graves", disse uma fonte citada pela TASS, acrescentando que, após a visita, foi aberto um processo criminal.


Explosões acidentais, ou incêndios, são relativamente frequentes na Rússia, pois várias infraestruturas são muito antigas e não cumprem as normas de segurança.


Em dezembro, 11 pessoas morreram em um incêndio em um lar para idosos na região de Ural.


Fonte: AFP

EUA: acusado de um homicídio homem confessa assassinato de 16 pessoas

    

Gloucester County Prosecutor Office

Um homem acusado de ter espancado até a morte uma pessoa em Nova Jersey afirmou que, no total, já matou 16 pessoas, incluindo a sua ex-mulher, de acordo com o NJ.com.


Sean Lannon, de 47 anos, admitiu às autoridades norte-americanas que matou as quatro pessoas encontradas, no início deste mês, no interior de um veículo no parque de estacionamento do aeroporto do Novo México. Um dos corpos encontrados na viatura era o da sua ex-mulher, Jennifer Lannon.


Alec Gutierrez, procurador assistente de Gloucester County, disse que o homem confessou que matou outras 11 pessoas no Novo México, tendo atraído as vítimas para irem a sua casa para as assassinar, tendo depois desmembrado os corpos.


As autoridades norte-americanas vão agora investigar as afirmações de Sean Lannon. Para já, o homem foi considerado um suspeito no caso dos homicídios das vítimas encontradas no veículo que estava no aeroporto do Novo México.


David Chavez, o tenente da polícia de Grants, a cidade natal de Sean Lannon, referiu à Associated Press que estão a ser investigadas as alegações relativamente aos outros 11 homicídios, embora tenha acrescentado que a polícia não possui informações de pessoas desaparecidas ou de homicídios que encaixem na narrativa apresentada por Lannon.


“Se é possível? Claro, tudo é possível. Se é plausível? Infelizmente, ainda estamos a investigar isso e a proceder ao cumprimento de mandados de busca para encontrar provas”, frisou.


Fonte: Notícias ao Minuto

Acidente com ônibus faz 37 mortos na Índia

  

Foto: Uma Shankar Mishra / AFP

Pelo menos 37 pessoas morreram nesta terça-feira (16) em um acidente rodoviário no estado de Madhya Pradesh, no centro da Índia, quando o ônibus em que viajavam caiu em um canal, informou a Polícia à AFP.


"Até agora encontramos 37 corpos, que serão submetidos a necrópsia. As operações de busca e resgate continuam", declarou à AFP Dharamveer Singh, delegado local.


De acordo com a imprensa local, sete pessoas, incluindo o motorista, conseguiram sair da água e estavam em segurança. 


O acidente ocorreu quando o ônibus, que transportava mais de 50 passageiros, saiu da estrada e caiu em um canal próximo à cidade de Satna na madrugada desta terça-feira.


As autoridades locais interromperam o fluxo de água no canal para facilitar as operações de resgate e permitir que dois guindastes retirassem o ônibus, de acordo com a imprensa.


"O ônibus estava completamente submerso e demorou três horas para tirá-lo da água", informou o jornal Times of India.


O gabinete do primeiro-ministro Narendra Modi tuitou que as famílias dos mortos no acidente receberiam uma indenização de 200.000 rúpias (US$ 2.750). 


"Todo o estado está com as pessoas afetadas pela tragédia", disse o primeiro-ministro de Madhya Pradesh, Shivraj Singh Chouhan, em uma mensagem de vídeo. 


A causa do acidente ainda não foi esclarecida, mas a vasta rede de estradas da Índia é mal conservada e perigosa.


Em 2019, mais de 150.000 pessoas morreram em cerca de 500.000 acidentes nas estradas da Índia, ou 410 mortes por dia ou 17 mortes por hora, de acordo com dados do governo.


Fonte: AFP

Julgamento de impeachment de Trump no Senado começa nesta terça-feira

   

Foto: Reprodução


Com previsão de duração menor do que na primeira ocasião – quando se arrastou por três semanas – começa nesta terça-feira (9) o julgamento do segundo impeachment de Donald Trump no Senado americano.


Único presidente na história dos Estados Unidos a ser condenado duas vezes pela Câmara, ele agora é acusado de incitar à violência que resultou na invasão ao Capitólio, a sede do Congresso, em 6 de janeiro.


Em 2020, Trump enfrentou seu primeiro processo de impeachment quando a Câmara o condenou por obstrução ao Congresso e abuso de poder, mas acabou inocentado pelo Senado. Agora, apesar de seu mandato já ter sido concluído, os senadores, caso decidam condená-lo, podem optar por retirar seus direitos políticos, o que impediria que ele volte a se candidatar no futuro.


Desta vez, o ex-presidente americano é acusado de incitar a invasão do Congresso, no mês passado.


Acusação e defesa

Nesta terça, os oito promotores do impeachment iniciarão a exposição oral de seus argumentos, etapa que pode durar até três dias. Em um documento de 80 páginas, divulgado no dia 2, eles pedem a condenação de Trump e afirmam que ele cometeu uma “traição sem precedentes históricos” ao incentivar seus apoiadores com um discurso, pouco antes de eles invadirem o Capitólio, em um episódio que terminou com cinco mortes.


No mesmo dia, a equipe de defesa emitiu um documento com 14 páginas, invocando o “direito de expressão” do ex-presidente. Os advogados de Trump irão se pronunciar oralmente quando os acusadores terminarem sua exposição. Dependendo de quando isso acontecer, poderá haver uma sessão no sábado, dia 13 de fevereiro.


A defesa terá um tempo similar ao da acusação para apresentar seus argumentos.


Perguntas e testemunhas

Na sequência virá a fase das perguntas, que serão encaminhadas pelos senadores que servirão como jurados. Elas serão feitas por escrito e entregues ao senador Patrick Leahy, que preside o julgamento e irá distribuí-las entre acusadores e defensores. A estimativa é de que essa etapa seja realizada entre os dias 15 e 16 de fevereiro.


Após as perguntas, os senadores irão decidir se testemunhas serão convocadas, o que não aconteceu no primeiro julgamento de Trump no Senado, à época controlado pelo Partido Republicano. Desta vez o Partido Democrata, que agora detém a maioria, ainda não sinalizou se irá pedir alguma convocação. A única pessoa convidada até agora – o próprio ex-presidente – recusou o chamado.


Em um comunicado divulgado na quinta-feira (4), seus advogados chamaram o convite de uma “manobra de relações públicas”. "O presidente não irá testemunhar em um processo inconstitucional", disse à agência Reuters o conselheiro de Trump Jason Miller.


Votação

Por fim, acontece a votação em si, na qual os senadores decidem se Trump é culpado. Para que isso aconteça, são necessários dois terços dos votos (60), um cenário considerado difícil, já que metade dos 100 assentos da casa são ocupados por republicanos.


A dificuldade se tornou mais evidente em 26 de janeiro, quando o senador Rand Paul, do Partido Republicano, tentou anular o processo, alegando que seria inconstitucional julgar por impeachment um presidente que já encerrou seu mandato. Ele perdeu a votação, mas por um placar de 55 a 45, o que demonstra que pelo menos 45 senadores estariam dispostos a liberar Trump da acusação.


Caso seja inocentado na votação, o julgamento é encerrado neste ponto.


Mas se for considerado culpado, uma segunda votação será realizada, para avaliar se ele perde seus direitos políticos. Neste caso, apenas uma maioria simples é necessária. Se isso acontecer, ele também pode perder muitos dos benefícios concedidos a ex-presidentes, que incluem uma pensão vitalícia, uma verba anual para viagens e para a manutenção de um escritório e uma equipe. A proteção vitalícia pelo Serviço Secreto é mantida.


Outros presidentes

Até hoje, apenas dois presidentes já haviam tido impeachment aprovado na Câmara na história dos Estados Unidos, mas Trump foi o primeiro a passar pelo processo enquanto tentava se reeleger ao cargo e também o primeiro a ter dois processos aprovados.


Antes dele, Andrew Johnson e Bill Clinton tiveram seus processos de impeachment aprovados pela Câmara, mas ambos foram absolvidos pelo Senado e não perderam o cargo.


Richard Nixon estava prestes a enfrentar um processo também, mas renunciou antes que a Câmara pudesse realizar a votação.


A primeira tentativa de impeachment contra Andrew Johnson – por tentar afastar seu Secretário da Guerra, Edwin M. Stanton, sem consentimento do Congresso – aconteceu em dezembro de 1867, mas não foi aprovada, e a segunda, que conseguiu os votos necessários, aconteceu em 24 de fevereiro de 1868. A acusação tinha 11 artigos, e após três semanas de julgamento o Senado quase o condenou por três delas, mas em todos os casos ele escapou por apenas um voto.


Já Bill Clinton foi acusado por perjúrio e obstrução de justiça, ligados ao relacionamento do então presidente com a estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky. Ele foi condenado pela Câmara em 8 de outubro de 1998, mas inocentado pelo Senado em fevereiro de 1999, após um mês de julgamento.


No caso de Nixon, ele enfrentaria acusações de obstrução da justiça, abuso de poder e desrespeito ao Congresso durante o escândalo Watergate. Mas, em 9 de agosto de 1974, antes que a Câmara pudesse votar seu impeachment, ele renunciou à presidência.


Fonte: G1

Biden planeja turbinar auxílio emergencial para enfrentar crise de fome agravada pela Covid-19

    

Getty Images

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Dois dias após assumir a Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deve começar a enfrentar um dos efeitos mais visíveis da crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus -a fome- ao assinar um decreto para aumentar o auxílio alimentar dado a milhões de americanos.


O democrata deve assinar, nesta sexta-feira (22), duas ordens executivas: a primeira para aumentar os programas de auxílio aos desempregados e àqueles que recorrem aos bancos alimentares, e a segunda para fortalecer direitos sociais de trabalhadores.


"Quase 30 milhões de americanos sofrem por não ter o suficiente para comer", disse Brian Deese, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, durante entrevista coletiva. "Isso inclui um em cada cinco adultos negros e latinos, de acordo com a pesquisa mais recente", acrescentou ele, observando que um em cada sete lares tem dificuldades de acesso à alimentação adequada.


Outro desafio do novo governo será encontrar formas de garantir que a ajuda direta já aprovada pelo Congresso de fato chegue às famílias que precisam do auxílio. De acordo com o conselho dirigido por Deese, muitos americanos tiveram problemas para receber a primeira parcela de pagamentos diretos e até oito milhões de famílias elegíveis não a receberam.


Em resposta, o plano de Biden é pedir ao Departamento de Agricultura que expanda seu programa para famílias e indivíduos de baixa ou nenhuma renda ao Departamento do Tesouro, que expanda os mecanismos de entrega dos auxílios, criando, por exemplo, ferramentas para solicitações online.


Além disso, a proposta do governo é aumentar em 15% o valor depositado nos EBT, os cartões eletrônicos por meio dos quais os beneficiários têm acesso ao auxílio federal. Atualmente, o valor é de até US$ 5,7 (R$ 30,90) diários por criança em idade escolar.


O objetivo é "refletir corretamente o custo das refeições perdidas" devido ao fechamento das escolas. Segundo Deese, cerca de 12 milhões de crianças americanas não têm o suficiente para comer, embora as escolas forneçam refeições diárias para alunos de famílias pobres.


"Essas são ações concretas e vão ajudar as famílias que precisam de assistência imediata, mas não são suficientes para resolver a crise alimentar que enfrentamos", admitiu o diretor. "Daí a necessidade de um plano de resgate para a economia."


O segundo decreto que Biden deve assinar nesta sexta visa restaurar o poder de negociação coletiva e as proteções aos trabalhadores federais ao revogar três decisões do agora ex-presidente Donald Trump classificadas como tentativas de "destruir" e "marginalizar" a carreira dos servidores públicos.


A ordem executiva deve exigir que empresas terceirizadas paguem pelo menos US$ 15 (R$ 81,34) por hora -desde 2009, o salário mínimo federal é de US$ 7,25 (R$ 39,32) por hora- e garantam a seus trabalhadores uma "licença de emergência remunerada"


"Essas medidas ajudarão a tornar o governo federal um empregador modelo e a restaurar as proteções sociais para funcionários de carreira que são tão essenciais para o país", disse o Conselho Econômico Nacional em nota.


Na prática, o novo governo quer fazer dos dois decretos uma tentativa de alívio para as pessoas mais afetadas pela pandemia enquanto avançam no Congresso americano as negociações sobre o pacote de US$ 1,9 trilhão (R$ 10,3 trilhões) apresentado por Biden na semana passada.


O programa de estímulos à economia inclui US$ 415 bilhões (R$ 2,25 trilhões) para reforçar a resposta à pandemia e o campanha de vacinação, cerca de US$ 1 trilhão (R$ 5,42 trilhões) para programas de ajuda direta às famílias, e outros US$ 440 bilhões (R$ 2,38 trilhões) em incentivos a pequenas empresas e comunidades particularmente atingidas pela Covid-19.


O auxílio emergencial proposto por Biden às famílias é de US$ 1.400 (R$ 7.600), além dos cheques de US$ 600 (R$ 3.250) aprovados pela última legislação de estímulo econômico aprovada pelo Congresso.


Além disso, a proposta do novo governo prevê a prorrogação até setembro do seguro-desemprego suplementar, que deve subir de US$ 300 (R$ 1.626) para US$ 400 (R$ 2.169) por semana.


De acordo com o democrata, é necessário um investimento ousado que possa ser aplicado em uma agenda de curto prazo para impulsionar a economia e acelerar a distribuição de vacinas para colocar a Covid-19 sob controle -o vírus infectou 24 milhões e matou mais de 410 mil pessoas nos EUA.


Biden visa iniciar seu mandato com um projeto que demonstra, ao mesmo tempo, ações práticas e contrastantes com as políticas implantadas por Trump. O republicano concentrou seus últimos meses na Casa Branca nas tentativas de deslegitimar a vitória do adversário democrata.


O plano de Trump, entretanto, era de oferecer auxílios de US$ 2.000 (R$ 10,8 mil) aos americanos, valor ao qual se opuseram muitos republicanos no Congresso. Biden também deve enfrentar algum obstáculos semelhantes, visto que os congressistas já aprovaram no mês passado um pacote de estímulos de US$ 900 bilhões (R$ 4,8 trilhões).


Conta a favor de Biden, entretanto, o fato de que seus colegas democratas controlam a Câmara e o Senado. Os líderes das duas Casas, Nancy Pelosi e Chuck Schumer, afirmaram nesta quinta que o pacote econômico do novo presidente é "a abordagem certa" e prometeram trabalhar para aprová-lo rapidamente.


Fonte: Folhapress

Biden assina hoje 17 decretos para reverter políticas de Trump

   

Foto: Chip Somodevilla / Getty Images North America

Joe Biden marcará sua entrada na Casa Branca, em Washington, nesta quarta-feira (20), com 17 decretos para reverter políticas que marcaram a gestão de seu antecessor Donald Trump - informou sua equipe.


Entre elas, estão o retorno dos Estados Unidos ao Acordo de Paris sobre o clima, a anulação da decisão de deixar a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a construção do muro na fronteira com o México.


Fonte:  AFP

Caminhão mata 15 pessoas que dormiam em estrada na Índia

  

Foto: AFP


 Pelo menos 15 pessoas morreram esmagadas por um caminhão no oeste da Índia enquanto dormiam na beira de uma estrada na madrugada desta terça-feira (19) - anunciaram as autoridades.

 

Os mortos são nove mulheres, incluindo uma menina, e seis homens, disse o policial Usha Rada, no distrito de Suraj, no estado de Gujarat. 

 

Outras seis pessoas ficaram feridas. O caminhão colidiu com um trator que transportava cana-de-açúcar em uma rotatória pouco antes da meia-noite. 

 

"O motorista do caminhão (...) perdeu o controle do veículo que, ao sair da estrada, esmagou trabalhadores que dormiam no acostamento", relatou o policial C M Jadeja. 

 

Os motoristas do caminhão e do trator foram presos, segundo a polícia.


Em 2019, mais de 150.000 pessoas morreram em cerca de 500.000 acidentes em estrada indianas, ou 410 mortes por dia, ou ainda 17 por hora, de acordo com dados do governo.


Fonte: AFP

Mulher francesa há 3 anos tenta provar às autoridades que está viva

  

  

JEAN-PHILIPPE KSIAZEK/AFP via Getty Images


 Jeanne Pouchain foi dada como morta por um tribunal em 2017, e está desde então tentando concluir o processo para ser... ressuscitada.


A mulher de 58 anos de idade, natural de Saint-Joseph, em Lyon, está morta aos olhos da administração francesa desde novembro de 2017, por causa de uma disputa legal com mais de dez anos envolvendo uma ex-funcionária da sua empresa de limpezas.


"Falei com um advogado que me disse que isto seria rapidamente resolvido, depois de ter ido ao meu médico, que certificou que eu estava bem viva. Mas porque tinha havido uma disputa [legal], isto não foi suficiente", indicou a francesa, citada pelo Guardian.


O causídico, Sylvain Cormier, mostra a mesma indignação. "É uma história louca. Não podia acreditar. Nunca pensei que um juiz declarasse alguém morto sem uma certidão. Mas a queixosa afirmava que ela estava morta, sem apresentar provas e toda a gente acreditou nela. Ninguém foi confirmar", indicou.


"Não tenho documentos de identificação, seguro de saúde, não consigo provar aos bancos que estou viva... não sou nada", lamentou Pouchain.


O caso da disputa legal remonta a 2004, quando o tribunal ordenou Jeanne Pouchain a pagar 14 mil euros a uma ex-funcionária depois desta ter sido despedida. Como o caso era contra a empresa de limpezas e não contra Pouchain pessoalmente, o valor nunca foi pago. Em 2009, a ex-funcionária voltou a levar o caso a tribunal mas sem sucesso.


Em 2016, acreditando que Pouchain estaria morta, um tribunal ordenou que a família pagasse o valor. No ano seguinte, a ex-funcionária entregou ao tribunal as cartas que enviou à ex-patroa e que nunca receberam resposta, sendo Pouchain declarada morta.


Pouchain alega que a ex-funcionária inventou a sua morte para tentar conseguir o dinheiro junto da sua família. Já a queixosa alega que Pouchain é a única culpada da sua situação, tendo se fingido de morta para não pagar a indenização devida.


Fonte: Notícias ao Minuto

Reino Unido aplica primeira dose da vacina de Oxford

  

 

Foto: Reprodução

O Reino Unido se tornou nesta segunda-feira (4) o primeiro país do mundo a vacinar pessoas de grupo de risco com o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceira com a farmacêutica AstraZeneca.


Brian Pinker, de 82 anos, recebeu a vacina no hospital Churchill, da própria universidade, perto de onde a vacina foi desenvolvida. Pinker faz diálise e afirmou que estava muito satisfeito e agora espera comemorar seu 48º aniversário de casamento com sua esposa Shirley este ano.


O país também foi o primeiro do mundo a conceder a aprovação emergencial da vacina, no dia 30 de dezembro, e o Serviço Nacional de Saúde (NHS) britânico informou que 520 mil doses estão prontas para serem distribuídas.


A vacina de Oxford tem a vantagem de ser mais barata e sua produção, armazenamento e distribuição serem consideradas mais fáceis.


Esta é a segunda vacina aprovada e utilizada pelos britânicos. A primeira foi a da Pfizer em parceria com a BioNTech, que já é aplicada desde 8 de dezembro em grupos prioritários. O país também foi o primeiro a aprovar o imunizante.


Além do Reino Unido, a Argentina também já autorizou o uso emergencial da vacina (e já está aplicando a vacina russa Sputnik V desde a semana passada na população).


Ao contrário de outros países, o Reino Unido agora planeja vacinar as pessoas com a segunda dose de ambas as vacinas 12 semanas após a primeira injeção, em vez dos 21 dias recomendados, para poder imunizar o maior número de pessoas no menor tempo possível.


Aprovação no Brasil

A Anvisa aprovou um pedido feito pela Fiocruz para importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca. No pedido, a Fiocruz indica que as vacinas vão chegar ao país ainda em janeiro.


A importação é considerada excepcional porque o imunizante ainda não foi submetido à autorização de uso emergencial ou registro sanitário, etapa essencial para ela poder ser aplicada na população.


Segundo a agência, a aprovação ocorreu no dia 31 de dezembro de 2020, mesmo dia em que o pedido de importação foi protocolado pela Fiocruz — que é a responsável pela produção da vacina no Brasil.


A Anvisa afirmou na sexta-feira (1º) que terminou a análise dos documentos já apresentados pela AstraZeneca sobre a vacina. Na prática, isso quer dizer que a agência "está em dia" com o que foi apresentado até agora e aguarda novos documentos.


A coordenadora dos estudos da vacina de Oxford no Brasil, Lily Yin Weckx, disse que, com a aprovação no Reino Unido, o uso emergencial da vacina já pode ser solicitado à Anvisa (veja vídeo abaixo).


Eficácia da vacina

Estudo publicado e revisado na revista científica "Lancet" diz que a vacina de Oxford tem eficácia média de 70,4% e é segura. Os testes ocorreram em diversos países, inclusive no Brasil.


Ela teve 90% de eficácia quando administrada em meia dose seguida de uma dose completa com intervalo de pelo menos um mês, segundo dados dos testes no Reino Unido. Quando administrada em duas doses completas, a eficácia foi menor, de 62%.


A análise que considerou os dois tipos de dosagem indicou uma eficácia média de 70,4%.


Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram os dados de 11.636 pessoas vacinadas, das quais 8.895 receberam as duas doses completas e 2.741 receberam a meia dose seguida de uma dose completa.


Cerca de 88% dos voluntários analisados (10.218) tinham de 18 a 55 anos de idade, e nenhum participante com 56 anos de idade ou mais recebeu a meia dose seguida da dose completa — que tiveram maior eficácia.


Segundo uma nova análise de dados, 70% das pessoas vacinadas apenas com a primeira dose da vacina de Oxford ficam protegidas após 21 dias. Quando a segunda dose é aplicada 12 semanas depois da primeira, como prevê o governo britânico, esse número sobe para 80%.


Fonte: G1

Morre aos 80 anos o maior serial killer da história dos EUA

  

Foto: Getty Images

Samuel Little, um homem descrito pelo FBI como o maior assassino em série da história dos Estados Unidos, morreu aos 80 anos.


Little morreu em um hospital da Califórnia na quarta-feira (30/12), disse o departamento do Estado responsável pelo sistema prisional.


Ele cumpria prisão perpétua pelo assassinato de três mulheres. Mas até sua morte ele já havia confessado ter matado 93 mulheres entre 1970 e 2005.


Little visava pessoas vulneráveis, muitas das quais eram profissionais do sexo ou usuárias de drogas, dizem as autoridades.


Ex-boxeador, Little nocauteava suas vítimas com socos antes de estrangulá-las, o que significa que nem sempre havia sinais óbvios, como facadas ou ferimentos a bala, de que a pessoa havia sido assassinada.


Em vez disso, muitas mortes foram incorretamente classificadas como acidentes ou overdoses e nunca foram investigadas. Alguns corpos nunca foram encontrados, disse a agência.


No ano passado, o FBI disse que seus analistas acreditavam que todas as suas confissões eram "críveis".


Eles também divulgaram imagens das vítimas que ele desenhou enquanto estava na prisão na tentativa de rastrear aquelas pessoas que ele matou.


Little foi preso em 2012 devido a um problema com drogas no Estado de Kentucky e enviado para a Califórnia, onde os policiais realizaram testes de DNA.


Ele já tinha um extenso cadastro criminal, com crimes que iam de assalto à mão armada a estupro nos EUA.


Os resultados do DNA o ligaram a três assassinatos não resolvidos de 1987 e 1989 no condado de Los Angeles. Ele se declarou inocente no julgamento, mas acabou sendo condenado e sentenciado a três penas consecutivas de prisão perpétua, sem chance de liberdade condicional.


Fonte: Terra

Saiba quantas pessoas já foram vacinadas contra covid-19 ao redor do mundo

  

   

Foto: ROBYN BECK/AFP

A União Europeia (UE) começou oficialmente neste domingo sua campanha de vacinação em massa contra a Covid-19. Doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica americana Pfizer, em parceria com o laboratório de biotecnologia alemão BioNTech, começaram a ser entregues nos últimos dias e já foram administradas em países como Portugal, França, Espanha e Itália. Em diversos países, incluindo o Brasil, no entanto, ainda há um longo caminho pela frente.


Embora três países do bloco tenham antecipado a vacinação no último sábado — com uma diferença de menos de 24 horas em relação às demais 24 nações integrantes, cidadãos da Hungria, Eslováquia e Alemanha começaram a ser imunizados —, trata-se do passo mais robusto na direção da imunização contra a Covid-19 apenas nove meses após a declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A meta do bloco é vacinar toda sua população adulta até o fim de 2021.


Apesar de o governo brasileiro prever o início da imunização até o fim do primeiro trimestre de 2021, não há previsão concreta para que o primeiro brasileiro receba doses de um dos imunizantes contra o novo coronavírus.


Entenda abaixo em que pé está vacinação contra a Covid-19 no mundo, que já tem pelo menos 44 nações conduzindo campanhas de imunização, e quantas pessoas receberam doses até o momento. Os dados são do Our World in Data, que compila dados a partir de diferentes fontes oficiais, e foram atualizados pela última vez no sábado, e de governos nacionais.


Mundo – 4,8 milhões

Quase 5 milhões de pessoas já receberam doses de vacinas contra a Covid-19 em todo o mundo, nenhuma delas no Brasil. Esse número tende a aumentar consideravelmente após o início da campanha da União Europeia.


Por enquanto, todas as vacinas autorizadas emergencialmente foram desenhadas para serem aplicadas por meio de duas doses. Entre as principais vacinas em desenvolvimento contra o novo coronavírus, apenas a fórmula testada pela Johnson & Johnson depende de apenas uma dose, mas a fase 3 de seus ensaios clínicos ainda não foi concluída.


Isso significa, portanto, que as 4,8 milhões de pessoas vacinadas até o momento precisarão receber uma nova dose para assegurar a proteção contra a Covid-19. No caso do imunizante da Pfizer, por exemplo, deve-se respeitar um intervalo de pelo menos 21 dias. Isso significa que a primeira britânica imunizada, no último dia 8, só poderá receber a dosagem final a partir da próxima terça-feira.


Estados Unidos – 1,94 milhão

Os Estados Unidos já autorizaram, além da vacina da Pfizer, o imunizante do laboratório americano Moderna e são o país mais avançado em termos de doses administradas até o momento. O número, no entanto, está muito atrás da meta do governo dos EUA, que pretendia vacinar 20 milhões de pessoas até o fim do ano.


Até o último dia 24, mais de 9,5 milhões de doses de vacinas já haviam sido enviadas aos estados, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.


China – 1 milhão

A China começou a vacinar emergencialmente setores essenciais, profissionais de saúde e autoridades antes mesmo da conclusão da fase três dos ensaios clínicos das quatro principais vacinas candidatas desenvolvidas no país: a da Sinovac Biotech, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, do Brasil; duas da Sinopharm, estatal chinesa e outra da CanSino. As estatísticas foram atualizadas pela última vez no dia 19.


Reino Unido – 800 mil

Segundo dados compilados até último dia 24, o Reino Unido já vacinou 800 mil pessoas. O país foi o primeiro do Ocidente a autorizar o uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19 dentro dos padrões regulatórios usuais. Depois de liberar o uso da fórmula da Pfizer/BioNTech, o país deve aprovar no início de janeiro o imunizante da farmacêutica britânica AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.


União Europeia – Indefinido

Como a vacinação de cidadãos da UE começou oficialmente neste domingo, ainda não há números consolidados. O bloco deve receber 12,5 milhões de doses da vacina até o dia 31, o suficiente para vacinar 6,25 milhões de pessoas com base no regime de duas doses da vacina da Pfizer/BioNTech.


Fazem parte do bloco Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Romênia e Suécia.


Rússia – 700 mil

Números do último dia 25 indicam que 700 mil russos já foram imunizados contra a Covid-19. O país é um dos mais afetados pelo novo coronavírus no mundo e já registrou mais de 3 milhões de casos. A Rússia autorizou o uso emergencial da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo laboratório russo Gamaleya. O presidente russo, Vladimir Putin, de 68 anos, anunciou que receberá as doses do imunizante.


Israel – 279.300

O país do Oriente Médio começou a vacinar sua população no último dia 19. Desde então, quase 280 mil pessoas já receberam doses da vacina da Pfizer/BioNTech, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.


Bahrein – 51.556

O pequeno país de 1,7 milhão de pessoas adquiriu doses do imunizante da chinesa Sinopharm e começou a vacinar a população na véspera de Natal. Proporcionalmente, o Bahrein tem o segundo maior índice de vacinados por 100 habitantes no mundo: são 3,03, pouco atrás de Israel, que já vacinou 3,23 a cada 100 israelenses.


Canadá – 43.525

O país norte-americano, que enfrenta uma segunda onda da Covid-19 começou a vacinar a população no último dia 14 com doses da Pfizer/BioNtech. Cerca de 60% das pouco mais de 14 mil mortes pela Covid-19 no Canadá ocorreram em lares para idosos.


Chile – 8.324

O Chile foi o primeiro país da América do Sul a iniciar a imunização contra a Covid-19. A vizinha Argentina, por sua vez, começará na próxima terça-feira. O país, que soma 600 mil infectados pelo Sars-CoV-2, autorizou o uso da vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech, no último dia 16.


México – 2.924

Ainda em fase incipiente, a vacinação contra a Covid-19 no México, país que tem o terceiro maior número de óbitos por Covid-19 no mundo (pouco mais de 122 mil), já contemplou quase 3 mil mexicanos. O país adquiriu doses do imunizante da Pfizer. A primeira fase da vacinação terá como foco os profissionais de saúde que enfrentam a pandemia.


Costa Rica – 55

O país da América Central, a exemplo das outras nações latino-americanas que já iniciaram campanhas de vacinação contra a Covid-19, autorizou o uso emergencial da fórmula da Pfizer. Os dados mais recentes, de 24 de dezembro, indicam que apenas 55 pessoas receberam doses até o momento.


Outros – Indefinido

Diversos países também começaram a imunizar parte da população contra a Covid-19, mas não tiveram estatísticas compiladas pelo Our World in Data. Estão na lista a Arábia Saudita (Pfizer/BioNTech), Emirados Árabes Unidos (Sinopharm), Suíça (Pfizer/BioNTech), Kuwait (Pfizer/BioNTech), Sérvia (Pfizer/BioNTech), Qatar (Pfizer/BioNTech) e Omã (Pfizer/BioNTech).


Fonte: Agência O Globo 

Argentina barra entrada de turistas, inclusive brasileiros

 

Foto: Reprodução


 A Argentina anunciou que cidadãos de nações limítrofes, incluindo brasileiros, não poderão mais ingressar no país a partir desta sexta-feira (25). As novas regras valem até o dia 8 de janeiro, quando serão revistas.


O aumento no número de casos de Covid-19 e a identificação de mutações do vírus Sars-CoV-2 motivaram o governo a alterar os procedimentos para a entrada de estrangeiros e também de argentinos que tenham viajado ao exterior.


No final de outubro, a Argentina havia voltado a permitir a entrada de estrangeiros de países vizinhos - Brasil, Chile, Uruguai, Bolívia e Paraguai.


Argentinos e residentes que regressarem ao país precisam apresentar teste negativo para Covid-19, do tipo PCR, realizado 72 horas antes do voo, e cumprir quarentena de sete dias, informou o Ministério do Interior. Os estrangeiros autorizados pela Direção Nacional de Migração também devem apresentar um seguro de assistência médica internacional.


    Apenas dois aeroportos da Argentina foram autorizados para viagens internacionais: Ezeiza e San Fernando, ambos atendendo a região da capital, Buenos Aires.


Preocupados com a nova cepa do coronavírus, que pode ser até 70% mais transmissível, a Argentina já havia interrompido a chegada e saída de voos para o Reino Unido. Também suspendeu os voos de Itália, Dinamarca, Países Baixos e Austrália.


No Porto de Buenos Aires só será autorizada a entrada de argentinos e moradores.


Os últimos dados oficiais do Instituto e Universidade Johns Hopkins apontam para 1.574.554 casos de coronavírus, com 42.422 mortos na Argentina.


Fonte: G1